Educação no Século XXI

Educação e Espiritualidade

Tenho percebido, por meio dos estudos que estou fazendo sobre educação, que há uma grande corrente levando a todos a refletirem sobre a espiritualidade. Não me refiro a questões religiosas, mas a busca de compreender a nossa essência: o espírito. 

Este momento, pelo qual estamos passando, está envolvido de muito energia, de modo que o mais sensitivos percebem este envolvimento na atmosfera.

Refletindo sobre estas questões percebo que a educação deve ir muito além do que se propõe hoje (conteúdo, conteúdo e conteudo). Nós educadores precisamos nos abrir para as novas exigências, não do mercado de trabalho, mas para contribuirmos com a  evolução humana. O nosso papel`é formarmos seres humanos, mas humanos na plenitude da palavra, para vivermos em harmonia, para auxiliarmos nas transformações pelas quais estamos passando.

Pela importância que este tema representa estou abrindo este espaço para debate, sugestões e dicas de como trabalhar a espiritualidade na educação. Publicarei idéias de alguns autores que tratam deste assunto.

E você como encara esta questão? Como você vê esta relação Educação e Espiritualidade? 

18 Comentários »

  1. Todo ser humano tem seu lado espiritual, que se expressa na busca pela própria realização e a na busca de respostas do seu próprio ser, isto é, uma luz para a sua própria existencia.
    Na educação do século XXI é a meu ver um componente de vital importancia o tema ESPIRITUALIDADE.

    Comentário por Vicente Edelto Tavares Leite — Outubro 9, 2007 @ 7:16 pm

  2. Acredito que o caminho para uma melhoria da humanidade é a educação sim. E digo mais, os educadores devem não apenas se preocupar com os conteúdos de suas matérias, como também em ser mais próximos de seus alunos, buscando um conhecimento maior, mais pessoal. Hoje, temos informação demais e proximidade de menos.

    Comentário por Ágda Lúcia — Outubro 10, 2007 @ 12:24 am

  3. o espirito pelo que entendo é a força que motiva o ser humano.
    Jesus disse no seu sermão do monte:”Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual”.Quando estamos conscientes da força que existe em nós, atuamos em qualquer area de nossa vida, somos bem sucedidos!
    O que percebo é que esta força(espirito) é confundida com algum poder advindo de uma outra fonte,pessoas que pensam desta maneira começam se sentir como um deus e começam a usar como bem entendem muitas vezes de maneira equivocada.
    Educação e espiritualismo, caminham juntos,desde que seja usado de maneira a ajudar o seu semelhante respeitando-o!

    Comentário por marcia cerqueira(1º Pedagogia USJT) — Outubro 11, 2007 @ 11:03 pm

  4. Maria
    Estou feliz de poder abrir o meu Email e encontrar um convite seu para ler o seu texto e fazer um comentário, apreciei o texto deixei um comentario, que bom que existem pessoas como você preocupadas com a espiritualidade trazendo o tema para a Educação.
    PARABÉNS!
    Um abraço da colega de Curso.
    Márcia

    Comentário por marcia cerqueira(1º Pedagogia USJT) — Outubro 11, 2007 @ 11:07 pm

  5. Marcia
    Obrigada pelo comentário! Estou acreditando que vale a pena o esforço que estou fazendo para deixar este espaço interessante para visitantes como você. Quero tornar este blog um lugar de encontros de educadores preocupados com a formação do ser humano, e para isso considero importantíssimo falarmos de espiritualidade por se tratar de nossa essência.
    Peço que divulgue este espaço a nossos colegas e que visitem e deixem seus comentários e sugestões para melhorarmos cada vez mais as nossas discussões.

    Abraço, Maria Figueiredo

    Comentário por fmaria — Outubro 12, 2007 @ 4:24 am

  6. Achei bastante interessante voce comentar sobre o tema espiritualidade em educação e concordo com voce, pois espiritualidade nao somente em educação, mas em todas as áreas da sociedade é a marca do terceiro milênio . Os termos conhecimento e sabedoria deveriam andar lado a lado no âmbito educacional. Transmitimos conhecimentos aos nossos alunos e a sabedoria é transmitida através do modêlo de conduta de cada professor .Infelizmente, nem todos temos consciência destes modêlos. A sociedade como um todo passa por uma crise moral, uma crise de valores. E o professor nao é uma exceção.

    Abraço,
    Olga

    Comentário por Olga Brasil — Outubro 26, 2007 @ 2:28 am

  7. Oi Maria, como me sinto feliz de te encontrar inserindo este aspecto do SER(Espiritualidade) em seu blog sobre educação. Há um tempo me ocupo deste tema, é fascinante desvinculado de religiões, mas ligado às verdades eternas no universo.
    Somos acima de tudo Seres espirituais e não é possível esquecermos disso ou não trabalharmos com esta verdade, por isso os desencontros que temos vivenciado em nossa sociedade.
    Obrigada pela visita ao meu blog e quero sim estar sempre em contato com você e com todos aqueles que desejam trilhar na educação e na vida por este caminho.
    Um grande abraço.
    Maísa

    Comentário por Maísa Fernandes — Novembro 1, 2007 @ 12:20 am

  8. Adorei encontrar o seu Blog, pois a busca incessante pela paz é ótima. Mas, no meu entender o espirito enquanto eterno é intransferivel, em sua evolução só ocupa corpos diferentes. E sendo assim deve ser recebido pela a sociedade com uma preparação evolutiva adequada.E nada melhor que a escola estar voltada e com o foco para entender e conhecer o ser que é entregue a ela não para receber conteúdos, mas para ser um cidadão para a vida.A escola e o Sagrado.

    Comentário por Rosmary — Dezembro 30, 2007 @ 9:14 pm

  9. A religião é o freio da humanidade, precisamos de ensinar religião.

    Comentário por Elisabeth Krause — Janeiro 22, 2008 @ 9:27 pm

  10. Acredito que ao falarmos em Espiritualidade e Educação, não podemos vincular dogmas, e sim ter a preocupação em formar um ser completo não só intelectualmente, mas um ser com entendimento evolutivo. Um ser que acredite que só o amor incodicional modifica qualquer situação.

    Comentário por Rosmary — Janeiro 23, 2008 @ 1:26 am

  11. Rosmary.
    A humanização do ser humano só acontece com a evolução da espiritualidade. É transcender as aparências e ver o significado de nossas ações em prol do outro.É o despertar das potencialidades, é caminhar libertos de condicionamentos negativos, é aprimorar a convivência familiar,comunitária,colegial, empresarial,social,é alçar vôos ao infinito, etc.

    Comentário por Antônio Luiz Bianchessi — Fevereiro 4, 2008 @ 2:23 pm

  12. A espiritualidade é a chave que abrirá portas para vidas serem restauradas dentro das escolas e na sociedade, ela possibilita uma verdadeira abertura intelectual no ser humano, pois Deus precisa ser valorizado como Deus, e não apenas como um conteúdo curricular.

    Comentário por Willingcton Jefferson de Araújo aragão — Julho 11, 2008 @ 2:10 pm

  13. Gostaria de fazer um projeto sobre Educação e Espiritualidade , usando as cores, se vc tiver alguma dica de leitura,gostaria que me enviasse.
    muito obrigado.

    Comentário por Rosmary — Agosto 4, 2008 @ 7:41 pm

  14. Para complementar a linha de pesquisa tem que ser dentro do sensivel e as cores.O ideal seria usar a palavra cromoterapia na educação, mas ainda não encontrei doutrinador para o assunto cientifico e acadêmico.Por isso preciso entrar por outras linhas de pensamento.

    Comentário por Rosmary — Agosto 4, 2008 @ 7:44 pm

  15. Olá,
    Educação e Espiritualidade é Cultura da Paz!
    vocês conhecem o http://www.educacaoparapaz.com.br; e a selecao de livros da Omnisciência de educação?
    É a primeira vez que entro neste site, muito interessante.
    A semi-ótica contempla a questão das cores no âmbito da comunicação.

    ***************************************
    De que cor é o rio Amazonas?

    Elvira Souza Lima,

    A pergunta parece banal. A resposta, nem tanto!
    — O Rio Amazonas tem várias cores. Elas mudam. Veja só, professora.

    Foi com essa observação que um professor indígena me explicou a concepção de cor na sua cultura. Para muitos de nós a cor está no objeto: a maçã é vermelha, a árvore é verde, o céu é azul. Nossa percepção visual, construída com a eletricidade, não inclui as variações da incidência da luz natural sobre os objetos, a natureza, as pessoas.

    Ao perguntar para uma criança indígena de seis anos de que cor eram as árvores, ela me respondeu:
    — Depende.
    — Depende de quê?
    — Da hora do dia.

    Assim me explicou ela: as árvores são verdes durante o dia, mas azul escuro à noite.

    — Eu não havia reparado no rio? – perguntou outra mais velha. — Ele sempre muda de cor.

    Foi assim que eu comecei a observar e a fotografar o rio Amazonas. E descobri que, de fato, o rio Amazonas tem várias cores. A água não é azul como dizemos comumente. Ela pode ser rosa, cinza, ocre, esbranquiçada, azul, esverdeada, grafite… depende da hora do dia, depende do clima, depende do vento, depende da luz e depende da nossa posição em relação ao sol…

    O mesmo acontece com as árvores. Elas têm várias cores.
    Ao olhar uma parede, dizemos que ela é branca, porque a referência é a cor da tinta. Mas será que é mesmo branca?

    Trabalhando com artistas plásticos, em propostas de formação de professores, vi como eles deixam os educadores atônitos ao perguntar a cor da parede. Não, não é branca. Aqui é cinza, apontam. Ali mais adiante, cinza escuro; logo ali, meio amarelada e brilhante… A percepção da cor depende da luz. Para os artistas plásticos, cineastas, profissionais de fotografia e de televisão, isto é óbvio. Para nós, uma novidade.

    Como é que percebemos as cores?

    A percepção das cores é dada pela genética da espécie. Temos no cérebro uma área especializada em reconhecer cores e, também, uma para nomeá-las.

    Imagine como seria a sobrevivência da espécie humana se o homem enxergasse o mundo em preto e branco. A vida ficaria muito mais complexa em uma atividade humana básica: a de alimentar-se. Como distinguir frutas verdes das maduras? Como identificar um legume passado? Como ver se a carne está boa?

    Teríamos de desenvolver mais nossos outros sentidos, como o olfato e o tato. Levaríamos muito mais tempo para fazer uma feira, por exemplo. Dependeríamos mais da leitura para identificar o conteúdo de uma caixa no supermercado ou diferenciá-lo de outra marca.

    Na preservação da saúde, as cores também são importantes. Elas denotam condições internas do organismo e revelam resultados de acidentes, ferimentos, hematomas, entre outros problemas.

    Como fazer para dirigir e parar no cruzamento na hora devida? Como faríamos para entender os movimentos na natureza? Como distinguir situações de ameaça de animais que colocam nossa vida em perigo?

    As cores são uma realidade cotidiana tão fortemente integrada à nossa percepção que mal nos damos conta de como elas são essenciais para a vida e para a sobrevivência da espécie. Também não percebemos como elas mexem com nosso sistema emocional e modulam nosso estado de ânimo, trazendo experiências estéticas importantíssimas para o bem-estar e para o nosso desenvolvimento cultural.

    Nosso cérebro e as cores

    A experiência com as cores inicia-se na primeira infância. A criança desenvolverá a percepção das cores que estão em seu meio e conhecerá os nomes dados a elas em sua língua materna. Elas também aprenderão como nomear as cores em cada língua quando expostas a mais de uma.

    Como toda aprendizagem, na espécie humana o conhecimento das cores também acontece por um processo biológico e cultural do desenvolvimento do cérebro. Com isso, a sua dimensão simbólica das será assimilada pela criança ao longo de sua infância.

    Por exemplo: no Brasil, a cor preta significa luto e perda; no Japão, esta mesma função simbólica é feita pela cor branca. Para nós, a cor branca é exclusiva das noivas, e os convidados devem usar qualquer cor menos a branca em casamentos. Esses são usos culturais das cores.

    Essas definições culturais são constituídas ao longo da formação histórica de cada povo. Elas marcam os rituais que organizam a vida dos grupos sociais em determinados momentos históricos e nos eventos que marcam a passagem de um ciclo para outro.

    A partir dessas realidades, forma-se a percepção das cores associadas ao seu significado e ao uso delas na vida pessoal e na vida em grupo.

    Como trazer a cor para a Educação Infantil?

    Como a capacidade de perceber as cores é dada na espécie, todas crianças desenvolverão conhecimento das cores. Então, o que fazer quando as crianças chegam na instituição educativa? Como trabalhar com as cores? Mais ainda, é necessário trabalhar com as cores?

    A escola é um espaço para ampliação da experiência humana. Ela tem como função trazer às crianças e aos jovens novas perspectivas e novos conhecimentos. Sendo assim, é importante incluir cores no currículo, pois nem todos os seus aspectos serão apropriadamente desenvolvidos na vida cotidiana.

    Como a criança experimenta as cores diretamente no seu cotidiano, a escola pode se ocupar, em seu currículo, de revelar, por exemplo, como as cores se formam ou como elas se transformam e formam outras cores.

    Como faremos a cor laranja? E a verde? E a cor-de-rosa? E a marrom?

    Problematizar para a criança é sempre um bom caminho para atiçar a sua curiosidade. Perguntas ajudam a mente humana a se organizar em busca de respostas ou de caminhos para chegar a elas.

    A percepção das cores laranja, verde, rosa e marrom acontecerá normalmente, assim como a criança aprenderá as palavras que as simbolizam. Ela, porém, não chegará sozinha a cada uma delas.

    A experimentação possibilita à criança formar uma cor pela combinação de duas, três ou mais cores. Assim, vermelho e amarelo fazem o laranja. Azul e amarelo, o verde. Vermelho e branco, o rosa. Preto e vermelho, marrom.

    Ela pode aprender a clarear ou a escurecer uma cor, acrescentando branco ou preto. Ou escurecer uma cor por meio da sua complementar. Por exemplo: verde é complementar do vermelho; azul é complementar de laranja.

    É interessante observar que as cores complementares misturadas entre si produzem cinza. Por exemplo: verde e vermelho ou azul e laranja.

    Marrom mais claro pode ser feito como? Com branco? Com amarelo?

    Escutar e testar as sugestões das crianças é um caminho seguro para dar a elas elementos que possibilitem a formação de redes neuroniais. Isso garantirá a estabilidade da informação.

    O arco-íris e o prisma

    Os educadores podem enfocar a decomposição da cor por meio do prisma e a formação da cor branca pela junção de todas as cores. Com isso formarão, na criança pequena, redes neuroniais e memórias que servirão à aprendizagem das Ciências, como Física, Química e Biologia, em anos subseqüentes de sua escolarização.

    O arco-íris é uma experiência visual mais comum para crianças que moram em locais não totalmente urbanizados, como em áreas rurais e em praias. No entanto, pode-se trabalhar a formação do arco-íris com o prisma. O princípio de decomposição da luz em cores é o mesmo no prisma e no arco-íris.

    Então, de fato, luz e cor estão intimamente relacionadas na percepção humana, o que nos remete ao conceito cultural de cor dos indígenas.

    Chegamos, assim, novamente, às cores do rio Amazonas.

    O rio Amazonas tem várias cores, ou é percebido como tendo várias cores, por causa da incidência da luz e dos fenômenos ligados à reflexão desta na água. Um olhar acostumado a uma percepção sensorial adaptada à presença constante da luz elétrica não chega a desenvolver mecanismos de variações mais sutis dadas pelas condições de luminosidade.

    Culturalmente, aqueles que vivem sob o efeito artificial da luz elétrica percebem a cor como característica do objeto. Para estes, o efeito da camuflagem, como acontece com o camaleão e outros animais, tende a ser compreendido de forma racional e não como uma experiência sensorial.

    O rio Amazonas é semelhante a um camaleão. Ele se adapta à luminosidade de cada hora do dia e de cada condição climática. Aqueles mais sensíveis à forma, ou seja, às linhas que delimitam o rio, usam primordialmente esse contorno para identificar e classificar a paisagem.

    Para apreciar a arte da pintura, precisamos ampliar esses registros perceptivos, equilibrando linha/contorno e superfície/cor. Educar a sensibilidade e ampliar o olhar são tarefas que a escola tem de realizar com a criança desde pequena.

    Assim, o trabalho pedagógico com as cores na Educação Infantil será mais interessante se explorar as transformações das cores. Com isso, idéias básicas das Ciências estariam sendo adaptadas às crianças, como transformação da matéria, composição e decomposição da luz, criação do novo a partir de elementos conhecidos.

    Devemos lembrar que o universo das cores também está relacionado ao desenvolvimento da imaginação.

    Elvira Souza Lima, pesquisadora especialista e consultora internacional em Desenvolvimento Humano. Formada em Antropologia, Neurociências e Psicologia, é doutora em Ciências da Educação pela Universidade Sorbonne, na França, e pós-doutora em Sociolingüística e Antropologia pela Universidade Satnford, nos Estados Unidos.

    Fonte:http://www.moderna.com.br/moderna/didaticos/ei/

    Comentário por Eduardo — Agosto 13, 2008 @ 7:50 pm

  16. Olá.Sou acadêmica do curso de Pedagogia do Rio Grande do Sul, universidade UPF, campus Casca.Estou fazendo o trabalho final de curso sobre espiritualidade na educação.Sem dúvida, pensar sobre isso é dar um passo à frente em busca de um ensino melhor.Mas, ainda há muito caminho a percorrer, pois é um tema complexo que exige sensibilidade.Neste mundo louco em que vivemos, poucos sção sensíveis em perceber a importância de desenvolver a dimensão espiritual do aluno. Inclusive as próprias faculdades, tanto é que estas questões não são trabalhadas ainda como fundamentais nos cursos de educação. Sou apenas uma aluna em aprendizagem que já percebe o que deveria ser óbvio.Por isso,Parabéns!

    Comentário por Cerise Patias — Novembro 8, 2008 @ 11:55 am

  17. Considero o tema de grande relevância, pois acredito que a formação oferecida nas escolas, atualmente, está mais preocupada com a formação intelectual, com a formaçao do produto humano para o mercado de trabalho. O capitalismo reina dentro das instituições de ensino.
    Por considerar o tema de grande importância, estou realizando minha pesquisa monográfica voltada para a Educação Holística.
    Acredito que nós educadores podemos semear esse ideal.
    A família, atualmente, não tem condições de pensar nessa educação integral, pois esta família constituída de hoje, poucos são os seus integrantes que tiveram tal formação.
    Nós educadores temos uma tarefa muito importante. Além de pesquisar e trabalhar nessa nova visão, devemos nos aproximar dos pais e da comunidade escolar e local para que, juntos possamos alcançar esse ideal.

    Comentário por sheila vilela vitor de araújo — Dezembro 20, 2008 @ 2:41 pm

  18. Gostaria de receber e-mail de pessoas que estão trabalhando o tema: educação e espiritualidade. Gostaria de interragir com essas pessoas sobre tal tema, que sera meu objeto de pesquisa de minha Monografia a qual já estou trabalhandono e no futuro de Mestrado tambem.

    Comentário por Tiago — Outubro 7, 2009 @ 12:30 am


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